Fórum participa de oficina sobre Plano Nacional de Juventude

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Foto: Divulgação

Reproduzido, com adaptações, do portal da Secretaria Nacional de Juventude

A oficina “Plano em Diálogo” aconteceu no Instituto Polís em São Paulo na quinta-feira, 6/11, e contou com a participação de 30 jovens da sociedade civil de diversas partes do Brasil, entre eles/as a socióloga e integrante do Fórum das Juventudes da Grande BH, Laís Patrocínio. O Plano Nacional de Juventude é um projeto de lei (Nº. 4530/04) que determina um conjunto de políticas públicas e medidas que beneficiam os/as jovens brasileiros entre 15 e 29 anos. A proposta é estabelecer metas para que os governos – federal, estadual e municipal – cumpram a política juvenil em um período de dez anos.

As oficinas vêm sendo realizadas pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) em todas as regiões do país, desde agosto de 2014. A ideia é dialogar com jovens da sociedade civil para construir o texto base do Plano, que será tema da III Conferência Nacional de Juventude, prevista para 2015.

Juventude Território e Mobilidade

Murilo Amatneeks, secretário-executivo do Comitê Interministerial da Política de Juventude (Coijuv), participou representando a SNJ. Para ele, a oficina foi rica em diversidade e mostrou como os direitos do Estatuto da Juventude, a exemplo de “Território e Mobilidade”, devem ser vistos de forma transversal ao se produzir diretrizes das ações governamentais. “Demos um salto na elaboração de debates desde a identidade territorial, passando pelo acesso e fruição dos espaços e pelo transporte como um direito”, diz.

Para a jovem paulista Renata Florentino, integrante do Observatório das Metrópoles, a oficina contou com a diversidade dos segmentos da juventude, onde os jovens puderam colocar suas perspectivas sobre os direitos que ainda precisam ser garantidos, tanto por legislação ou pela excussão de políticas públicas. “Espero que dentro do plano a gente consiga apontar caminhos para execução das políticas. Muitos direitos já estão conquistados, mas o gargalo maior é tirar os direitos já conquistados para implementação de fato”, afirmou.

Já o jovem Leonardo Miranda, que é metroviário e mora na cidade de Porto Alegre, as oficinas buscam apresentar a diversidade de opiniões e neste eixo do Direito ao Território e Mobilidade foi possível compreender que os jovens estão preparados para elaborar propostas viáveis. “Os jovens estão preocupados com a qualidade do transporte público e desejam investimento ao transporte de massa como trens metrôs e VLTs”, disse.