Quem faz parte

O Fórum é aberto à participação de pessoas, entidades e movimentos juvenis que compactuem com sua Carta de Princípios. Atualmente, além de ativistas com participação autônoma, o coletivo é integrado pelos seguintes grupos (clique nos títulos para conhecer mais):

Associação Imagem Comunitária

Organização sem fins lucrativos sediada em Belo Horizonte com destacada atuação no campo da democratização da comunicação. Desde o seu surgimento, em 1993, mobiliza e capacita agentes multiplicadores para o desenvolvimento de ações e produções comunicativas, de modo a fortalecer redes que buscam ampliar a participação, na esfera pública, de coletivos juvenis, movimentos populares, organizações comunitárias e grupos culturais de periferia.

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Bloco das Pretas

Grupo de jovens mulheres negras, feministas e periféricas, organizadas para compartilhar saberes que visam ao empoderamento dessas mulheres. O coletivo surge com o objetivo de compor a luta pela descolonização dos saberes e dos corpos das mulheres negras de diáspora, latino-americanas e afro-caribenhas, e acredita que a valorização e o empoderamento são essenciais para o retorno às raízes afro-brasileiras, invisibilizadas pelo mito da democracia racial no Brasil. Para que as mulheres negras sejam protagonistas de sua própria história e possam se libertar das amarras do racismo patriarcal, da colonização e das desigualdades, o Bloco adota como princípios os valores civilizatórios dos povos africanos, fundamentais para o resgate da identidade e ancestralidade das mulheres negras. Por meio da denúncia e do combate ao racismo, machismo, homo-lesbo-bi-transfobia, o Bloco busca construir espaços para o compartilhamento de vivências e resistências. Para o grupo, é essencial a adoção de uma abordagem feminista específica, que leve em conta não apenas as violências de gênero e sexual, mas também a discriminação racial e a violência institucional.

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Brigadas Populares

Organização política de caráter popular que possui como principal bandeira a luta pelo direito à cidade e a transformação do modelo de sociedade vigente. Organiza-se por frentes de trabalho: Formação, Reforma Urbana, Juventude, Anti-prisional, Mulheres e círculos temáticos, como o agrário e advogados populares, por exemplo. Possuiu uma atuação em periferias e universidades. Atualmente se faz presente em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Bahia. Utiliza como método de trabalho a organização e a elevação do nível de consciência da classe trabalhadora, a partir da luta por direitos fundamentais.

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Coletivo Cabeçativa

Atuante na região do Barreiro, em Belo Horizonte, o Coletivo Cabeçativa tem por objetivo promover a ocupação do espaço urbano por meio de diferentes linguagens artísticas, especialmente o hip hop e o sarau. O grupo é formado por jovens artistas e ativistas de diferentes bairros do Barreiro, que realizam, quinzenalmente, a Batalha da Pista (na pista de skate do Barreiro) e, mensalmente, o Sarau Cabeçativa (no Viaduto das Artes).

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Coletivo Na Raça

O grupo tem por missão contribuir para a formação de negros/as como cidadãos/ãs críticos/as e participativos/as do processo histórico, cultural e identitário que integra o cotidiano das vilas e favelas de Belo Horizonte e Região Metropolitana, com especial atenção às políticas públicas afirmativas. É formado por jovens com diferentes trajetórias e territórios de origem na Grande BH, que se conheceram no Núcleo de Formação e Criação Artística e Cultural (NUFAC) e realizaram, juntos/as, o “Eu Negro Sarau Cultural”, na Vila das Antenas, Morro das Pedras. O evento marca o início das atividades do Coletivo, que atualmente realiza ações culturais em vilas e favelas de Belo Horizonte.

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Conexão Periférica

O coletivo Conexão Periférica nasceu em agosto de 2009, a partir da preocupação de jovens jornalistas em divulgar a produção cultural, política e simbólica das periferias. A ideia inicial era dar visibilidade às pessoas que vivem e/ou atuam nas periferias e favelas e a grupos tradicionalmente marginalizados, por meio de programas radiofônicos veiculados semanalmente na Rádio UFMG Educativa, emissora educativa vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais. A periferia é entendida não apenas em seu sentido físico, como aquilo que está fora do centro, mas também em seu sentido político, referindo-se a pessoas, grupos e temas que estão à margem da visibilidade e do debate públicos. Hoje, o projeto assume dimensões cada vez mais colaborativas, buscando efetivamente incluir sujeitos e grupos no processo de construção do programa. O programa vai ao ar às sextas-feiras, 16h15 (horário de Brasília), pela Rádio UFMG Educativa 104,5 FM.

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Internet sem Fronteiras - Brasil

Internet Sem Fronteiras - Brasil é uma organização brasileira sem fins lucrativos fundada em 2014 e integrante da rede Internet Sans Frontières (ISF), que tem base na França. A rede, que possui ações na Europa e na África, defende a participação cidadã e a liberdade de expressão online desde 2007. No Brasil, acompanhou a votação do Marco Civil da Internet; participou do NET Mundial em São Paulo, em 2014; e tomou a iniciativa de escrever uma carta aberta à Presidenta Dilma pedindo o asilo de Edward Snowden no Brasil. Ainda no âmbito da internet, participou de um ciclo de formações sobre segurança na internet, em parceria com a ONG brasileira Safernet Brasil. Em Belo Horizonte e Região Metropolitana, a ISF-B implementou o projeto Comunicadores Da Hora, uma frente voltada à crítica de mídia e à formação de opinião entre jovens. A iniciativa atua em escolas públicas de Belo Horizonte com o objetivo de formar o espírito crítico de jovens em relação à mídia, incentivando-os a produzirem conteúdos de caráter jornalístico sobre temas de interesse público.

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Instituto de Promoção e Desenvolvimento Social Tucum

Com sede em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Instituto Tucum atua na formação, promoção e defesa dos direitos humanos. Tem por missão desenvolver ações embasadas na ressignificação da cidadania e do empoderamento popular, através do desenvolvimento de projetos e ações nas áreas de juventude, de educação popular e de políticas públicas. Possui uma trajetória comunitária baseada em atividades coletivas de formação humana, agregando lideranças, mobilizadores comunitários e pessoas afins, pertencentes a diversos territórios e áreas de conhecimento.

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Observatório da Juventude da UFMG

Programa de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Educação, com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão. Criado em 2002, o programa realiza atividades de investigação, levantamento e disseminação de informações sobre a situação dos jovens na região metropolitana de Belo Horizonte. Também desenvolve ações de capacitação de jovens, de educadores e alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da UFMG interessados na problemática juvenil. O programa situa-se no contexto das políticas de ações afirmativas, orientando-se por quatro eixos centrais de preocupação que delimitam sua ação institucional: a condição juvenil nas sociedades contemporâneas; as políticas públicas e as ações sociais voltadas aos jovens; as práticas culturais e as ações coletivas da juventude na cidade e a construção de metodologias de trabalho com jovens.

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Oficina de Imagens – Comunicação e Educação

Organização da sociedade civil fundada em 1998 a partir da experimentação de linguagens da comunicação em espaços educativos e da reflexão sobre as relações estabelecidas entre mídia e sociedade. A Oficina atua por meio do desenvolvimento de pesquisas e metodologias de comunicação para a mobilização social, produção e disseminação de materiais educativos e informativos, formação de atores do Sistema de Garantia de Direitos e cooperação com veículos e profissionais da mídia, instituições de ensino, conselhos de políticas públicas, órgãos governamentais, organismos internacionais, empresas e entidades sociais. Para isso, organiza, desenvolve e apoia projetos, fóruns, frentes, redes e conselhos que articulam os diferentes setores da sociedade na defesa dos direitos de crianças, adolescentes e jovens.

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